NASA Revela Novo Planeta Semelhante à Terra – Mas com Clima de Marte! Veja Detalhes
A NASA revelou dados que apontam para um novo planeta incrivelmente parecido com a Terra. Chamado HD 137010 b, esse candidato a exoplaneta orbita uma estrela similar ao Sol a apenas 146 anos-luz daqui. Com nasa novo planeta dominando as buscas, eu decidi escrever este artigo completo para você entender o que está acontecendo, por que isso empolga tanto os cientistas e como isso se conecta com inovações em engenharia estrutural e modelagem BIM para habitats espaciais. Vamos nessa jornada cósmica juntos?
Nova Descoberta da Nasa HD 137010 b
Primeiro, eu explico o contexto. Astrônomos internacionais – da Austrália, Reino Unido, Estados Unidos e Dinamarca – publicaram um estudo no Astrophysical Journal Letters em janeiro de 2026. Eles analisaram dados antigos da missão Kepler da NASA (especificamente da campanha K2 de 2017) e identificaram um sinal de trânsito único: um planeta do tamanho da Terra passando na frente de sua estrela, causando um escurecimento sutil. Chelsea Huang, da Universidade do Sul de Queensland, e Alexander Venner (que começou a detectar o sinal ainda como estudante do ensino médio!) lideram essa empolgação. Eles estimam que o HD 137010 b tem cerca de 50% de chance de estar na zona habitável – a faixa orbital onde água líquida pode existir na superfície.

Por que isso importa tanto? Porque a maioria dos exoplanetas habitáveis que conhecemos orbita estrelas anãs vermelhas (muito diferentes do Sol), ou fica absurdamente longe. Já esse nasa novo planeta orbita uma estrela tipo K (um pouco mais fria e menos brilhante que o Sol), mas ainda assim parecida o suficiente para nos fazer sonhar com mundos “tipo Terra”. Além disso, a estrela brilha com magnitude V=10.1 – suficientemente clara para telescópios como o James Webb ou futuros como PLATO e ARIEL investigarem sua atmosfera. Isso representa uma oportunidade rara!
A Descoberta do NASA Novo Planeta: De Cidadãos Cientistas a Publicação Científica
Eu adoro contar como as grandes descobertas acontecem. Os dados do Kepler (telescópio aposentado em 2018) geram terabytes de informações. Voluntários do projeto Planet Hunters, no Zooniverse, vasculham esses arquivos. Um deles – um estudante do ensino médio! – flagrou o trânsito de 10 horas em 2017. O sinal era fraco (apenas 225 partes por milhão de diminuição no brilho), mas de alta qualidade graças à precisão do instrumento.
Posteriormente, equipes profissionais entraram em ação. Eles usaram imagens históricas, novas observações e dados de velocidade radial para descartar falsos positivos (como binárias eclipsantes ou manchas estelares). O resultado? Um planeta candidato com raio de 1,06 vezes o da Terra (±0,06), órbita de aproximadamente 355 dias (±200/-59 dias de incerteza) e fluxo incidente de 0,29 vezes o da Terra. Isso o coloca bem na borda externa da zona habitável – frio, sim, mas potencialmente viável com uma atmosfera adequada.
Comparado ao famoso Kepler-186f (o primeiro exoplaneta do tamanho da Terra na zona habitável, mas 4 vezes mais distante e 20 vezes mais fraco), o HD 137010 b vence disparado em acessibilidade. Huang resume: “O que realmente empolga nesse nasa novo planeta é a proximidade relativa. Podemos estudá-lo com instrumentos atuais!”. Eu penso: imagine o impacto se confirmarmos água ou bioassinaturas lá. Seria um divisor de águas na astrobiologia.
Características do HD 137010 b: Tamanho da Terra, Clima de Marte?

Agora, eu detalho as specs. O planeta mede cerca de 6% maior que a Terra – basicamente idêntico em escala. Seu “ano” dura 355 dias, quase igual aos nossos 365. Ele orbita a 0,88 UA (unidades astronômicas), similar à distância de Marte ao Sol. Por isso, cientistas o apelidam de “ponto de encontro entre Terra e Marte” ou “Cold Earth”.
A estrela HD 137010, um anão K, emite menos luz e calor (cerca de 1000°C mais fria que o Sol). Consequentemente, o planeta recebe apenas 29% da energia que a Terra ganha. Temperaturas superficiais? Estimativas apontam para máximas em torno de -68°C a -70°C, comparáveis à média de Marte (-65°C). Sara Webb, astrofísica da Swinburne (que não participou do estudo), chama de “empolgante, mas rigoroso”. Em análise ao The Guardian, ela observa que, apesar da proximidade galáctica, viajar até lá levaria dezenas ou centenas de milhares de anos com tecnologia atual.
Mas nem tudo é desânimo. Uma atmosfera espessa com gases de efeito estufa (como CO₂ ou metano) poderia reter calor e permitir água líquida em nichos – talvez oceanos subterrâneos ou lagos sob gelo, como em Europa (lua de Júpiter). Alex Venner, autor principal, reforça: “Ele fica no limite do que consideramos habitável. Precisamos de mais dados!”. Como é apenas um trânsito único detectado, confirmação exige observações adicionais com TESS, CHEOPS ou JWST.
Zona Habitável: Por Que 50% de Chance Faz Tanto Barulho?

Eu explico o conceito de zona habitável de forma simples. Astrônomos definem essa região como a distância orbital onde um planeta rochoso mantém temperaturas para água líquida (0°C a 100°C na superfície, dependendo da pressão atmosférica). Modelos conservadores (Kopparapu et al.) colocam o HD 137010 b na borda externa: frio demais sem atmosfera forte, mas possível com uma “coberta” adequada.
Os 50% vêm de incertezas no período orbital e na composição. Se o período for mais curto (próximo de 300 dias), ele entra mais na zona; se mais longo (até 555 dias), fica fora. Mesmo assim, ele supera muitos candidatos porque orbita uma estrela solar-like brilhante. Futuramente, espectroscopia pode detectar vapor d’água, oxigênio ou metano – sinais de vida.
Eu conecto isso à engenharia. No meu dia a dia com BIM, simulamos estruturas em ambientes extremos: edifícios antárticos, habitats em Marte. O nasa novo planeta inspira designs de domos pressurizados, isolamento térmico avançado e sistemas de suporte à vida. Imagine usar Revit + Dynamo para modelar habitats em um mundo de -70°C: painéis solares eficientes, regolith como isolante, túneis subterrâneos para proteção contra radiação. Descobertas assim impulsionam inovação!
Desafios da Distância e o Futuro da Exploração

146 anos-luz parecem pouco na Via Láctea (100 mil anos-luz de diâmetro), mas equivalem a 1,38 quatrilhão de quilômetros. Com velocidade da Voyager (17 km/s), levaria ~2,5 milhões de anos para chegar. Tecnologias futuras – propulsão nuclear, velas laser (Breakthrough Starshot) ou conceitos teóricos como warp drive – ainda estão distantes.
Por enquanto, focamos em telescópios. O JWST pode observar o trânsito (se acontecer de novo) e analisar luz estelar filtrada pela atmosfera. Missões como PLATO (ESA, lançamento previsto para 2026+) e ARIEL caçam mais candidatos. Eu prevejo: nos próximos 5-10 anos, confirmaremos dezenas de “Earth 2.0” próximos.
Impacto na Sociedade, Ciência e Engenharia
Essa descoberta vai além da curiosidade. Ela reforça investimentos em espaço: NASA, ESA, empresas como SpaceX. Elon Musk fala em colonizar Marte; imagine o hype se acharmos vida em um nasa novo planeta!
Na educação, o envolvimento de um estudante do ensino médio inspira. Plataformas citizen science democratizam a ciência. Economicamente, spin-offs do Kepler (sensores, processamento de dados) beneficiam BIM e IA na construção.
Ecologicamente, mundos frios como esse nos lembram da fragilidade da Terra. Com aquecimento global aqui, estudar exoplanetas ajuda a entender limites climáticos.
O NASA Novo Planeta e Nossa Próxima Fronteira
O HD 137010 b é um candidato Earth-sized, com órbita anual similar, 50% de chance na zona habitável, mas clima marciano. Detectado em dados de 2017 do Kepler, ele brilha como o melhor alvo próximo para estudo atmosférico. Embora frio e ainda não confirmado, ele representa esperança: talvez não estejamos sozinhos.



